Jovens do Case POA II utilizam o Hip Hop como forma de ressocialização

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O Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) POA II realizou, na última quinta-feira (7), o encerramento do projeto “Se erra conserta, volta pro tom e segue o baile: a produção de rimas como ponte para a reflexão sobre direitos humanos”, realizado na ala D da unidade. A atividade foi desenvolvida durante o ano de 2017 pela assistente social Jamille Serres, responsável pelo atendimento dos jovens cumprindo medida de Internação sem Possibilidade de Atividade Externa (Ispae), junto da estagiária de serviço social, Eliane Moreira. Entre os exercícios praticados com os socioeducandos, estiveram as oficinas de hip hop, incentivando a musicalidade como forma de expressão.

O evento de encerramento contou com a participação dos representantes do Colegiado do Hip Hop, Alex Sandro Loureiro Rezende, Luis Rogério Musskopf Lopes, Alex Illama, Thiago Rodrigues da Silva, Agnaldo Munhoz de Camargo, e os representantes da Grafite Família Artesanal, Charles Rafael Brito e Sabrina Royer Stragliotto Brito. De acordo com o diretor do Case POA II, André de Carvalho, o objetivo do projeto foi “criar novos espaços de reflexão com os jovens para proporcionar novas oportunidades de vida distintas daquela realidade conhecida pelos adolescentes”.

Texto: Ascom Fase com colaboração de Jéssica Cofferri
Foto: Jéssica Cofferri

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